Durante todo este tempo, a cannabis continuou a ser estudada principalmente nas universidades e por alguns cientistas que viram as potencialidades desta planta. Chegados a 1976 numa reviravolta que não se percebe bem como, as farmacêuticas “peticionam” o exclusivo sobre os estudos da marijuana, acabando por ter sucesso.
Todos os estudos adicionais foram abandonados e os seus registos foram mandados destruir (quase ninguém o fez!).
Porquê?
Centenas de estudos e investigações foram encomendadas pelo governo americano entre 1966 e 1976, estas confirmaram que mesmo a “cannabis crua natural” (leia-se, fumada), era “o melhor e mais seguro medicamento que era possível escolher-se, para muitos problemas de saúde!
Contrariamente ao Valium, a cannabis não potencia os efeitos do álcool. Estima-se que ela poderia substituir mais de 50% do Valium, Librium, Thorazine, Stelazine, etc… Bem como maioria das pastilhas para dormir.
Instados pelas farmacêuticas, e ao longo dos últimos 20 anos, os pais andaram a tratar os filhos com as chamadas drogas “zine”, com o intuito de os fazer deixar a erva. Não obstante o sucesso destas terapias (fornecidas por médicos e administradores de centros de reabilitação altamente lucrativos), e apesar de apenas amiúde, o que estes pais descobriram mais tarde foi que além de os miúdos deixarem a erva, deixavam também de gostar do cão, dos amigos, dos brinquedos. Já para não falar que uma em cada quatro arrisca-se a ficar com tremuras incontroláveis para o resto da vida “Mas pelo menos não andam ganzadas” (??!!).
Resumindo, estes senhores mantém esta politica viva e sob o olhar dos média, citando constantemente relatórios desacreditados e completamente surreais. Razão, os gordíssimos dividendos sacados á população vendendo um inútil e violentíssimo tratamento “anti-marijuana”, não importando os efeitos secundários. Afinal, e vendo bem as coisas, uma recaída significa somente o regresso ao uso da marijuana depois de uma série de confrontos com a autoridade. Isto é controle mental e uma tentativa de destruir o livre arbítrio individual.
Os exemplos de histórias usadas em tribunal contra utilizadores de Cannabis, são no mínimo assombrosos. O Sr. Harry Aslinger (principal responsável pela proibição e marginalização da cannabis nos anos 30), usou repetidas vezes histórias como a de um acidente de viação no qual foi “encontrado um cigarro de marijuana”! Ou a história das mulheres brancas enlouquecidas pela droga que ficavam com vontade de olhar e até mesmo de tocar em “pretos”. Gosto também da de um assassínio á machadada em que um dos participantes fumara um “charro” quatro dias antes!
Completamente sem comentários…
